segunda-feira, 16 de outubro de 2017

A HISTÓRIA DO PÃO DE QUEIJO..."UAI !"




Em férias fui a cidade em que nasci Bom Jesus de Penha e Nova Rezende... em cada casa que a gente visitava, depois de alguns papos, surgiam-se os pães de queijo deliciosamente quentinhos e um café caprichado, alguns feitos em fogão a lenha. Que delícia? Que bom ser mineiro!!!
Pergunte a uma cozinheira mineira qual a origem de sua receita de pão de queijo. E prepare-se para escutar um sonoro “Uai!”, de tão absurda que soa a pergunta. Desde que Minas é Minas, mães ensinam às filhas a fórmula de família – e cada uma tem a sua, com aquele segredinho que faz a diferença. “Uma usa leite, outra só água, uma prefere banha ao óleo, mas o princípio é sempre o mesmo”, afirma a chef Heloisa Bacellar, proprietária do restaurante Lá da Venda, em São Paulo, onde se compra um dos pães de queijo mais gostosos da capital. Foi na cozinha da fazenda do pai, em São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, interior paulista, que ela cresceu comendo e modelando pães de queijo. “É uma receita muito coerente com a vida rural. O pedaço de queijo que sobrou e ficou meio durinho vira o pão do outro dia.”
O pão de queijo, na realidade, não poderia ser considerado como tal. Está mais para um biscoito de polvilho modificado, que adquire textura macia pela adição do queijo meia cura ralado. Tudo indica que seja mais uma das adaptações estimuladas pela falta de ingredientes – foi somente no começo do século 20 que o trigo passou a ser cultivado em larga escala no Brasil. Antes, o jeito era quebrar o galho com os derivados da mandioca, herança indígena fácil de encontrar em qualquer rincão do país. O que ninguém sabe ao certo é quando aconteceu esse feliz encontro entre o polvilho e o queijo mineiro. “Não há consenso. De acordo com os estudiosos, a receita existe desde o século 18”, afirma Roberta Malta Saldanha, autora do livro Histórias, lendas e curiosidades da gastronomia (Editora Senac Rio).

Para fazer um pão de queijo bom de verdade, ensina Heloisa, o segredo está na escolha dos ingredientes. O polvilho industrializado, ela avisa, tem granulação uniforme e prejudica a textura – melhor optar pela versão artesanal, com gruminhos. Ovos caipiras garantem coloração amarelinha e turbinam o sabor. Por fim, o queijo precisa ser firme o bastante para ser ralado, e bem salgadinho. “Uso o da Serra da Canastra, mas já fiz experiências bem-sucedidas até com queijos franceses, como o comté e o gruyère.” E, para acompanhar, pão de queijo pede mesmo aquele cafezinho feito na hora – aí não tem pra mais ninguém.
Já a mulher que tornou o pão de queijo famoso muita gente conhece: Arthêmia Chaves Carneiro, aquela simpática senhora de óculos que virou símbolo da rede Casa do Pão de Queijo. Mineira, claro, e célebre por seus pãezinhos, ela começou a vendê-los para restaurantes na década de 1960. E fez tanto sucesso que, em 1967, seu filho, Mário, achou que era hora de inaugurar uma loja própria no centro de  São Paulo. Dona Arthêmia morreu em 1997, aos 92 anos. A rede, hoje nas mãos do neto, Alberto Carneiro Neto, continua de vento em popa: produz 60,6 milhões de pães de queijo por ano e conta com mais de 400 franquias no país.

BRIGA DE GALO X CACHORRO... QUEM GANHA?


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Que galo é esse? Parece com Lampião. O cachorro pulou fora.

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QUAL É O SEGREDO DA LONGEVIDADE?

Frei Antônio Aparecido De Lima - Foz do Iguaçu. Repassado ao blog Comunicando para Refletir


OS CONVIVAS DO JANTAR 
Foi num jantar de aniversário, com muita descontração e familiaridade. Todos comiam e bebiam na maior despreocupação. Entre os convidados estava também o médico do lugar, sempre misturado com a turma. Conversando e brincando, não deixava de ser um fino observador. O hospedeiro, muito solícito e serviçal como acontece em tais festas, passava de um convidado para outro, oferecendo bebidas, pedindo que provasse este ou aquele prato, que não fizesse cerimônia, e assim por diante. Dois desses convivas chamaram a atenção do médico. Um deles, a quem o dono da festa insistia para que experimentasse tal prato, provasse tal bebida, respondia com muita educação:
— Infelizmente tenho problema de saúde. A diabete me obriga a ter um regime especial. Só aceitava e comia o que não estava proibido pelo seu regime.
O outro convidado, porém, não regateava, nem recusava nada. Comia de tudo e com fartura. Vangloriava-se, dizendo:
— Graças a Deus posso comer de tudo. Tenho bom estômago. Posso até abusar de vez em quando. Terminou a festa. Cada um foi se retirando com os costumeiros e efusivos agradecimentos. Tudo parecia ter-se aquietado. Lá pelas tantas da madrugada, tocou o telefone do médico:
— Doutor, é possível atender um caso urgente?
— Sim. Mas... quem está passando mal?
— Um dos convidados da festa de ontem. Venha logo. O doutor pegou o endereço e foi às pressas. A vítima do mal súbito era exatamente aquele que alardeara saúde, vangloriando-se que podia comer de tudo.
PARA REFLETIR: Nunca levantar-se da mesa inteiramente saciado, eis uma receita de longa vida.

SUCESSO NA INTERNET: MENINA ELIS DANÇA "BEYONCÉ" DIVERTINDO A TODOS!



A menina Elis está a fazer um enorme sucesso na internet, e tem motivos para isso. Ela dança a música Formation, da Beyoncé, e posso dizer que a menina é linda.
O talento desta pequena para a dança é inegável, e está a deixar todos apaixonados por ela.

A VOZ DA SABEDORIA DIZ : " FALE MENOS E OUÇA MAIS!"


fale menos


‘Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente.’ Provérbios 10:19
Há vários versículos na Bíblia que falam sobre o falar demasiado. Falar demais pode nos levar a dizer o que não devíamos ou não queríamos tornar conhecido. Quantas vezes o pivô de uma discussão foi uma palavra dita fora de tempo ou pronunciada da maneira incorreta? 
 A Bíblia no diz que até um tolo se passa por sábio quando fica de boca fechada, então por que falar tanto? Isso não quer dizer que você agora deva ficar em silêncio o máximo de tempo possível a fim de evitar problemas, mas que você deve ponderar o seu falar e fazê-lo com moderação.

 

Separei aqui algumas situações práticas nas quais devemos moderar o nosso falar.
1. Quando for acusado de algo
Fale apenas na presença de seu advogado ( rsrs). Deixando a brincadeira  de lado, procure não alimentar uma discussão com palavras, mas também não deixe que apenas o silêncio impere. Modere-se. Escute primeiro, principalmente se a a pessoa que discute com você está muito alterada. Não queira ter razão, mas escolha ser um pacificador.
2. Quando alguém vier trazer uma fofoca
Fofocas são terríveis sempre e algumas pessoas gostam de fazer isso quase que por hobbie. Não faça parte dessa teia nociva e quebre o ciclo dessa prática desleal se ela chegar até você. Se alguém do seu trabalho, da sua igreja ou de qualquer outro local de convívio social trouxer informações que você não pediu, peça que tal pessoa procure a parte interessada para resolver o problema que ela tem. As fofocas podem fazer você ter uma visão errada de determinado indivíduo mesmo antes de conhecê-lo e pode também ser a causa de inúmeras injustiças.
3. Quando não tiver certeza de algo
Na dúvida, cale-se. Perguntaram algo a você e não sabe responder? Não invente, tenha a humildade de dizer que não sabe, mas não balbucie palavras ao vento como se fosse um ‘Expert’ no assunto se você conhece pouco sobre ele. Situações assim são muito comuns em ambientes de trabalho(reuniões em grupo) ou em salas de aula. Já vi muitas situações de pessoas no meu trabalho que pecaram pelo ‘excesso de sabedoria’ . O pior ainda é tentar consertar falando ainda mais.
 
4. Quando a situação envolver seus pais e seus amigos verdadeiros.
Esse ao meu ver é o ponto mais importante. Quem nunca se envolveu em uma discussão de família ou amigos e logo quis passar e rosto todas as benesses que fez por tais pessoas? Somos assim mesmo, falhos e achamos que fizemos muito quando na verdade só fizemos o que deveríamos fazer.
Quando o nosso coração estiver tentado a ser arrogantes com pessoas queridas, o melhor é se calar, sofrer o dano. Depois quando o calor da situação der lugar a uma temperatura mais amena, aí sim é hora de conversar e acertar os ponteiros com calma. Procuremos evitar ferir pais e amigos. Sei que as feridas feitas por aquele que ama são leais, mas existem maneira mais amorosas de falar a verdade. Algumas verdades vão doer de qualquer jeito, mas podem ser melhor comunicadas se utilizarmos bem as palavras e falarmos o que deve ser dito com amor.

domingo, 15 de outubro de 2017

FOI CASSADO EM LONDRINA O VEREADOR "BOCA ABERTA" POR UMA CÂMARA INOPERANTE!

Após quase 9 horas de julgamento, vereador mais votado do Paraná é cassado


Após quase 9 horas de sessão de julgamento na Câmara Municipal de Londrina, a decisão foi pela cassação do vereador Emerson Petriv (PR), mais conhecido como Boca Aberta. Para o afastamento definitivo do cargo, eram necessários 13 votos favoráveis e obteve-se 14 votos. O parlamentar fica inelegível pelos próximos oito anos e ainda deverá pagar uma multa de R$ 8 mil.
A sessão começou pontualmente às 08h. Boca Aberta chegou depois de 40 minutos. Foi iniciada a leitura das peças do processo às 08h40 pelos servidores do Legislativo, com mais de 200 páginas. A leitura acabou às 14h35 e, na sequência, os vereadores teriam 15 minutos para se manifestar, mas nenhum quis fazer o pronunciamento. Sendo assim, começou a argumentação de defesa de Emerson Petriv, que foi composta pelo advogado Eduardo Duarte Ferreira, Elias Chagas Neto e Caio Jardini. Depois de uma hora, Boca Aberta iniciou o seu discurso, saudando a bancada de vereadores e apresentou um vídeo. Ao término, Petriv foi muito aplaudido e foi às lágrimas. “Eu não cometi crime. Pelo contrário, eu respondo há mais de 87 processos e tenho uma bicicleta velha que é onde a gente faz esse tipo de manifesto. Quem não tem erro? Vocês vão ver a perseguição que esse vereador Rony Alves fez comigo”, afirmou. 

TEM GENTE QUE VIVE "PROCURANDO CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO"...



PROCURANDO CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO... A ARTE DE COMPLICAR O SIMPLES...

Procurando Chifre em cabeça de cavalo...Tem gente nesse mundo que nunca se satisfaz, se está tudo indo bem, começa a procurar algo ruim , alguma doença, algo para reclamar da  vida, uma coisa que o faça sofrer.. Gente que quando namora  e o relacionamento está estável, começa procurar vestígios que incriminem o outro. Gente que procura doença, se a saúde está boa. Quem procura chifre em cabeça de cavalo, muitas vezes, encontra unicórnios , porque não tendo problema, começa a imaginar e o fruto da imaginação fica como se fosse  uma verdade para ela. Gente que ao invés de aproveitar o bom momento começa a trazer a memória coisas que entristecem ou lembranças ruins.Na vida a gente, vai ter problemas , isso é fato. Mas, nem sempre a vida da gente tem que ser problemática , a gente tem que aprender a curtir os bons momentos. A gente tem que aprender a curtir a vida, quando for a hora de curtir, porque há tempo para tudo. Não adianta DEUS dar para a gente bons momentos se a gente não sabe aproveitar e fica procurando algo ruim, um problema para resolver. Problema, faz parte da vida, mas a vida é muito mais que um problema. Quando a gente aprende a viver o hoje, a gente deixa de procurar chifre em cabeça de cavalo, a gente deixa de estressar com que não tem mais jeito, de se culpar pelo que já foi feito, de sofrer sem necessidade. Se a gente pensar que não se tem controle de nada, a vida fica muito mais leve, a gente vai vivendo cada dia o seu próprio mal, deixando que as coisas se resolvam da melhor maneira possível, se alegrando com o que se apresenta no momento.São nos bons momentos que a gente recarrega as energias para enfrentar os problemas, nisso inclui, um momento de oração,um dia feliz, férias, reunião com os amigos, reunião com a família, brincadeira com criança, ir ao cinema.Saber viver o agora é um exercício árduo , porém quando a gente consegue,aproveita melhor a vida e não se estressa tanto imaginando coisas ruins. Durante a minha vida, buscando sempre ser uma pessoa melhor e positiva, descobri uma grande verdade :- Quem vive á caça de problema, atira certo na tranquilidade.  Viva a Vida!!

ESPETÁCULO NA BARRAGEM DO IGAPÓ ONDE APARECE UM ATOR NU, CRIA A MAIOR CONFUSÃO!

Espetáculo com artista nu termina em confusão
 Foto enviada por internautas 
Confusão ontem a noite na Funcart – perto da barragem do lago igapó na zona sul. A apresentação de um espetáculo em que o ator fica nu dentro de uma bolha chamou a atenção de moradores próximos que decidiram chamar a polícia militar.
De acordo com testemunhas, a PM tentou prender o ator, mas dezenas de pessoas que assistiam ao espetáculo, fizeram uma espécie de cerco ao redor dele e impediram que fosse detido.
O caso foi parar no CIAC- antigo 4º distrito policial na via expressa, para onde são levados suspeitos de praticar crimes. A apresentação dividiu opiniões. Enquanto muitas pessoas entenderam o espetáculo como arte, outras mais conservadoras acharam uma afronta e decidiram chamar a polícia.
Ainda conforme testemunhas, o ator não foi levado para a delegacia. Ele ficou “escondido” na Funcart. O vereador Filipe Barros PRP fez um videoself em frente ao CIAC em defesa dos que chamaram a polícia. Ele disse que o local é visitado por pessoas que fazem caminhadas e frequentado por pais que levam os filhos para lazer.
O blog foi informado que a ex-vereadora Elza Correia foi uma das que defenderam o ator.
Hoje deverá ocorrer nova apresentação na concha acústica e a ala conservadora de Londrina promete protestar.

DIA DO PROFESSOR...O MESTRE QUE FORMA TODOS OS PROFISSIONAIS!


ESCOLA ESTADUAL PROFESSORA MARGARIDA DE BARROS LISBOA-LONDRINA.
Esta foi uma das primeiras escolas estaduais em que fui prof. de História!






Hoje é dia de homenagear os profissionais que tão bem desempenham suas funções de educar a sociedade, no sentido do seu desenvolvimento cultural e intelectual. Não nos esquecendo dos professores aposentados dentre os quais me incluo, pois lecionei História em várias escolas da rede pública estadual.
São os professores, que tão bem marcam a trajetória de cada ser humano inserido no meio social, na conquista ampla dos seus diretos, pela cidadania plena e amplitude das liberdades democráticas, facilitando o processo de desenvolvimento do Brasil.
Pela educação é que poderemos vislumbrar o futuro do País.
Antes disso, o aluno passa pelo professor, a fim de aprender as primeiras lições de como pensar e mais tarde atuar por uma nação melhor de se viver.
Agradecemos-lhes por tudo, inclusive pela dedicação ao ensinamento, pelo dom que tão bem aplica. A quem tanto faz para o bem da humanidade.
Em uma cidade formada por muitas famílias de professores que muito vem honrando sua profissão desde sempre, passando de geração em geração este legado e também proporcionando novas profissões para este município conseguindo levar seus filhos á faculdade através dos recursos do seu digno trabalho.
Um abraço a todos os professores deste município.
Os professores têm a tarefa de auxiliar na construção de um ser humano, pelo processo educacional e por uma sociedade melhor de se viver, mas que com grande amor o fazem, sendo os únicos responsáveis por apresentar os melhores caminhos do futuro para cada criança.
Parabéns a todos!

POR QUE A PESSOA MUDA DE RELIGIÃO?...FÉ SE DISCUTE, SIM!

 






Autor: A.Silva/V.de Carvalho para o blog Comunicando para Refletir:

"É muito comum na Web encontrarmos textos de católicos e protestantes justificando porque aderiram ou repudiaram ao catolicismo ou ao protestantismo. Qualquer pessoa que esteja com dúvidas sobre sua fé por certo terá dificuldades em entender todos os contextos. E mesmo que esta pessoa possa compreender a maioria dos apontamentos, não saberá definir para si próprio o caminho que deve abraçar. Católicos escrevem razões porque alguém não deve ser protestante. Protestantes dizem porque deixaram de ser católicos e vice-versa.Mas quem está com a razão ? Provaremos que são os católicos que estão certos. Mas como ? Ora, o protestante parte de um critério de homens para contestar o catolicismo. Como assim ?O critério “Só a Bíblia” ou Sola Scriptura é um critério meramente humano. Tal critério não está previsto na Bíblia. Também sabemos que Jesus nunca disse: “Só a Bíblia”. E tampouco os apóstolos que lhe sucederam o disseram. Como surgiu o critério “Só a Bíblia” ou “Sola Scriptura” ? Partiu de Lutero. Lutero homem e pecador.
Podemos destacar duas destas regras:
1)A Bíblia diz que interpretação alguma é de caráter individual. O protestante faz o contrário. Ele diz que todo e qualquer homem pode interpretar a Bíblia com o auxílio do Espírito Santo.Diz o protestante que a Bíblia é de fácil interpretação. No entanto, para justificar seus desvios e teorias desconhece o aramaico, hebraico e grego, o que por si só invalida a dita “facilidade” na interpretação da Bíblia.
Perguntamos se todo e qualquer protestante conhece os idiomas aqui citados ? Então como o protestante pode dizer que é fácil interpretar a Bíblia ? E se todos são assistidos pelo Espírito Santo, por que cada um tem sua própria doutrina, se sabemos que o Espírito Santo nunca se divide ?
2)A Bíblia diz que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. O que isto significa ? Significa que sem a igreja a verdade não se sustenta. O protestante, fazendo o contrário, diz que igreja não serve para nada.
Por outro lado, além das regras não observadas pelos protestantes, outras disposições bíblicas são totalmente ignoradas por eles em conseqüência da não observância dos critérios iniciais.
Podemos citar a não observância da Bem Aventurança de Maria, a recitação do Pai Nosso e a confissão dos pecados. Ora, os apóstolos receberam poder para reter e perdoar pecados. Como alguém pode reter pecados ou perdoá-los se ninguém irá confessá-los ? Teria Jesus Cristo dado uma ordem sem sentido aos seus apóstolos ?
Portanto, temos três principais erros que levam o protestante a cometer todos os demais desvios.
Primeiro: A Bíblia não diz ser a única fonte de revelação. Nem Jesus o disse. Nem os apóstolos. Pelo contrário, São Paulo nos ensinou que guardássemos as tradições de tudo que nos foi ensinado. E a própria Bíblia ensina que muitas outras coisas foram feitas e ditas por Jesus, as quais não foram escritas.
Segundo: O protestante ignora que a Bíblia não pode ser interpretada privadamente. Ou seja, nem todos podem ser intérpretes. No protestantismo todos se julgam intérpretes.
Terceiro: O protestante ignora que somente a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. A Bíblia não fala de si mesma como sendo coluna e sustentáculo da verdade.A partir das deficiências protestantes em entender o papel da Igreja e da Bíblia, todos os demais enganos são consequências de interpretações bíblicas à margem do magistério da Igreja.
Além disto, existe o ranço contra o catolicismo, que parece ser prioridade entre os protestantes, e que faz surgir uma animosidade, que elimina qualquer gesto de boa vontade para compreensão dos dogmas de fé e doutrinas católicas.
Onde está a solução da questão ?
Ora, os católicos não estão obrigados ao “Sola Scriptura ou Só a Bíblia”. Este é um critério meramente humano. Não foi criado por Jesus, nem pela Bíblia e nem pela Igreja, mas somente por Lutero. E Lutero é ídolo dos protestantes e não dos católicos. Quem escolheu Lutero e rejeitou a Igreja foi o protestante.Os católicos não estão obrigados a provarem suas crenças e costumes pela Bíblia. Os católicos seguem corretamente o magistério da Igreja, coluna e sustentáculo da verdade(Timóteo). Os católicos corretamente ouvem a interpretação da Igreja, pois sabemos que interpretação alguma é de caráter particular. O que escrevo aqui não ouvi de mim mesmo.Ora, se São Paulo nos ensina que devemos guardar a tradição, por que deveríamos ignorar a transmissão oral que é a tradição viva ?
Ora, se os cristãos dos 367 primeiros anos não dispunham de Bíblia e por certo eram melhores do que nós e seguramente foram mais provados, como é possível tornar a Bíblia maior do que Cristo e sua Igreja ? Ora, não é a Igreja anterior à Bíblia ? Foi a Igreja que criou a Bíblia ou a Bíblia que criou a Igreja ?Não é DEUS antes de todas as coisas ? Como é possível ao protestante criar um DEUS que está restrito a tinta, ao papel e a interpretação de cada homem ?Sem Bíblia, como foi possível transmitir o cristianismo nos quase 400 primeiros anos, exceto pela tradição oral ? Quem está obrigado ao critério “Só a Bíblia” é quem dele se utiliza para julgar aos demais.
É o protestante e somente ele que precisa provar pela Bíblia suas teses, teologias e doutrinas. É pela Bíblia que devem provar Lutero, Calvino, o protestantismo, o Canon, a Bíblia protestante, as traduções que usam e também o tradutor “insuspeito” dos protestante João Ferreira de Almeida.Não fosse tudo o que já dissemos acima, bastaria verificar que um protestante não concorda com o outro em matéria de fé e doutrina. Metodologia Protestante: Tão logo surge uma discordância já surge uma nova “igreja”.Uns batizam e outros não. Uns acatam o divórcio e outros tantos o repudiam. Tem quem case pessoas do mesmo sexo e tem quem se recuse a fazê-lo. Tem quem condene e quem aprove o sacerdócio feminino. As diferenças são tantas que já podemos contar somente no Brasil mais de 50.000 seitas. Tem até quem defenda o aborto ou o evangelho judaizante.
Como podem estar todos certos ao mesmo tempo ? Como podem todos ter interpretado corretamente a Bíblia se a Bíblia de todos é a mesma e se as doutrinas de cada um não correspondem às doutrinas de outro ?Quem procurar na internet não terá dificuldades em encontrar protestantes chamando outros protestantes de hereges. Uns condenando as doutrinas dos outros. Não há protestante que não tenha chamado outro protestante de herege. E quem chamou outro de herege provavelmente também já foi chamado ou ainda será.Quando um protestante lista suas razões para não ser católico, reparem sempre meus amigos que as razões fazem referências a textos bíblicos soltos.É sempre um tal de “biblicamente correto ou porque a palavra diz isso ou aquilo ou ainda porque isto não está na Bíblia…”Além de interpretações equivocadas, já que ao contrário do que diz a Bíblia, cada protestante sente-se um intérprete e acaba interpretando do seu jeito, o critério usado “Só a Bíblia” nunca é provado. O protestante parte de uma premissa falsa para contestar o catolicismo e esquece-se de provar para si mesmo que o critério que ele utiliza é o critério adequado.Por outro lado, quando um católico lista suas razões para não ser protestante ou para deixar o protestantismo, sempre são provados os enganos e erros protestantes a partir da não observância dos critérios bíblicos que evidenciamos acima.
Reparem que um protestante, contestando textos católicos, nunca esgota um tema. Vencido em um argumento, ele parte imediatamente para outro tema sem esgotar o primeiro. Confrontado, um protestante nunca responde objetivamente o que lhe é perguntado, mas antes faz outras duas perguntas para desviar seu oponente do tema para o qual não tem resposta. E isto acontece rapidamente, tão logo um católico pergunte a um protestante onde está escrito que a Bíblia ensina “Só a Bíblia”.Antes mesmo de um protestante listar suas razões para não ser católico, deveria enumerar os motivos pelos quais ele integra uma determinada denominação protestante e não as outras 49.999 denominações. Desejando ser honesto, o protestante deveria mencionar uma a uma e as razões porque não adere a cada uma das quase 50.000 outras seitas.
Afinal de contas, todo protestante parece conhecer todas as seitas e todos os crentes do mundo inteiro em todos os tempos. Como assim ?Porque ele mesmo, sem conhecer todas as 50.000 seitas e todos os seus crentes, entende que todos estão salvos a partir do “aceitar Jesus” e porque todos se consideram “irmãos em Cristo”, ainda que cada um pregue um Cristo diferente ou ainda que ele protestante não conheça o tipo de cristianismo que é praticado ou apresentado em outras denominações.O que “garante” salvação é o rótulo protestante adquirido a partir do momento que alguém levantou o dedo em uma denominação protestante e fez o favor de “aceitar” Jesus.Para finalizar citamos uma outra contradição que prova a debilidade da doutrina protestante: O protestante que desconhece a diferença entre infalibilidade e impecabilidade, contesta a igreja e o papado.
O papa é infalível quando se pronuncia em matéria de fé e doutrina. Não se ensina no catolicismo que o papa não é pecador.Diz o protestante que todos os homens são pecadores e portanto falhos em suas interpretações. O protestante que contesta a infalibilidade papal pretende impor aos seus pares e aos católicos sua particular doutrina.
Onde está a contradição ?
O protestante, antes mesmo de convencer os demais que sua doutrina é a doutrina correta, necessita convencer os demais que homem algum é confiável. Ora, se o protestante antes mesmo de defender sua doutrina tem que convencer a todos que o homem algum é digno de confiança em matéria de fé e doutrina, por que acha que quem lhe ouve deveria com ele concordar ? Como pretende o protestante impor seus conceitos ao católico, se antes de qualquer outra coisa pretende negar-se a si próprio como intérprete infalível ?
São os próprios pregadores protestantes que negando a si mesmo dizem: “…não é o que o pastor está falando, mas é ao que diz a palavra.”Como pretendem unidade aqueles que contestam o dogma da infalibilidade ?É de fato impossível ao protestante defender a infalibilidade de um eventual protestante, seita ou conselho protestante se todos negam o dom da infalibilidade. Como admitir a infalibilidade entre protestantes e negar a infalibilidade da igreja peregrina que deu origem a tudo que está relacionado ao cristianismo ?Como pretendem fazer discípulos aqueles que negam a si próprios ? Como pretendem eliminar do meio protestantes todas as heresias, se todo e qualquer homem pode ser um intérprete da Bíblia “infalível” para si mesmo ?Não estamos dizendo que católicos são melhores do que protestantes. Não duvidamos que existem protestantes que levam vidas mais saudáveis do que católicos."
Autor: A.Silva/V.de Carvalho


BLOG LITERATURA : CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE "O IMORTAL"!






Nome: 
Carlos Drummond
de Andrade
Nascimento:
31/10/1902
Natural:
Itabira - MGMorte:
17/08/1987


(...) Pois de tudo fica um pouco.
Fica um pouco de teu queixo
no queixo de tua filha.
De teu áspero silêncio
um pouco ficou, um pouco
nos muros zangados,
nas folhas, mudas, que sobem.
Ficou um pouco de tudo
no pires de porcelana,
dragão partido, flor branca,
ficou um pouco
de ruga na vossa testa,
retrato.
(...) E de tudo fica um pouco.
Oh abre os vidros de loção
e abafa
o insuportável mau cheiro da memória.
(Resíduo)

Carlos Drummond de Andrade nasce em 31 de outubro de 1902, em Itabira, centro de Minas Gerais, o nono dos catorze filhos dos primos Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drummond. Da união do racional e moderno coronel Carlos – foi o primeiro itabirano a usar cimento para asfaltar a calçada e também o primeiro a instalar uma banheira em casa – com a jovem que preenchia todos os quesitos da educação clássica dada às moças da época – francês, música, costura, catolicismo – nasce o poeta, que, de certo modo, virá a ser uma comunhão das características dos pais. 

Aos dez anos, Drummond tem uma de suas primeiras experiências literárias, ao ler uma versão infantil das Aventuras de Robinson Crusoé. Pouco depois, ganha dos pais a Biblioteca Internacional de Obras Célebres, um compilado de literatura e filosofia em 24 volumes, que o pequeno Carlito não divide com ninguém, apesar dos protestos de um dos seus irmãos, José. 

Aos treze anos, entra para o Grêmio Dramático e Literário Artur de Azevedo, por influência de seu pai, então um dos líderes políticos de Itabira. Pelo estatuto da academia, somente rapazes com dezoito anos podem se associar, mas o documento é modificado especialmente para Carlito. No ano seguinte, 1916, Drummond se torna um dos 74 internos do Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte. Lá, conhece Gustavo Capanema, que se tornará ministro da Educação em 1934 e empregará Carlito em seu ministério. A fase do Colégio Arnaldo, porém, dura pouco. Doente, o menino volta para casa apenas quatro meses depois e por quase um ano e meio permanece em Itabira se recuperando. Nesse período, aproveita para retomar a leitura, dedicando-se à obra de Gustave Flaubert. 

Em 1918, começa a estudar no Colégio Anchieta, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. Nesse ano, escreve sua primeira novela, sobre uma formiga filósofa, que é lida apenas por um amigo da escola.  Embora tenha notas excelentes, Drummond começa a se enfastiar da vida no colégio e, no ano seguinte, ao discordar de um professor durante a aula, é expulso por mau comportamento e “insubordinação mental”, como diz a carta enviada pela instituição ao pai do menino. Ele não voltará à escola nem terminará os estudos.

A família do poeta se muda para Belo Horizonte em 1920. Nesse ano, Drummond publica a sua primeira crítica, no Jornal de Minas. Depois de escrever algumas matérias e crônicas para o jornal por um valor insignificante, ele procura trabalho no Diário de Minas, para onde escreverá pelos próximos dez anos. 

Em Belo Horizonte, a partir de amigos em comum, que se reúnem para beber e discutir em bares, restaurantes, livrarias e cinemas, o escritor se aproxima daquele que seria um dos maiores memorialistas da literatura nacional, o então estudante de medicina Pedro Nava. Drummond e Nava acabam por fazer parte de um mesmo grupo intelectual, um entre vários que surgem às vésperas da eclosão do modernismo no país, capitaneado pela Semana de Arte Moderna de 1922. Em 1924, o grupo de Drummond encontra os modernistas paulistas – Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Blaise Cendrars – e tem início a correspondência entre o poeta mineiro e o autor de Macunaíma

Ele envia poemas e crônicas a Mário, que, fato curioso, considera a prosa de Drummond superior à sua poesia. Isso até ler No Meio do Caminho, que o mineiro lhe enviou antes de publicar na Revista de Antropofagia, dirigida por Oswald. O poema saiu na revista em 1928 e dois anos depois foi incluído no primeiro livro de Drummond, Alguma Poesia. O texto rompe com regras da velha escola literária, que proibia a repetição de palavras e o uso de termos considerados menores por falta de erudição, caso do verbo "tinha" em vez de "havia". 

"No meio do caminho tinha uma pedra 
tinha uma pedra no meio do caminho 
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra. 
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra."
Mesmo sem ter terminado o colégio, o escritor ingressa em um curso de farmácia, que frequenta assiduamente. Quando falta por mais de uma semana, em 1925, é por um bom motivo: seu casamento com Dolores Dutra de Morais, uma moça que conheceu no cinema de Belo Horizonte. 

No começo, eles são praticamente sustentados por Carlos de Paula Andrade, que dá uma casa ao filho, além de uma mesada. A ajuda do pai, no entanto, não é motivo de vergonha nem de acomodação para o poeta. Ao contrário. Drummond faz da generosidade paterna um impulso para a sua carreira literária, lançando A Revista, periódico mineiro semelhante à revista Klaxon, dos modernistas paulistas. Em suas três edições, a publicação tem participações importantes, como a de Mário de Andrade com um capítulo de Amar, Verbo Intransitivo e a de Manuel Bandeira, com um dos mais poderosos poemas do modernismo brasileiro, Poética.

Em 1926, Drummond é promovido a redator-chefe do Diário de Minas e, por sua influência, a redação do jornal se transforma em ponto de encontro dos modernistas do estado. No ano seguinte, Dolores dá à luz o primeiro filho do casal, Carlos Flávio, mas o menino morre meia-hora após o parto, asfixiado pelo cordão umbilical. Recuperada, Dolores tem uma segunda gravidez tranquila. Maria Julieta nasce em março de 1928.

É apenas quatro meses depois do nascimento da filha que Drummond publica o poema No Meio do Caminho na primeira página da Revista da Antropofagia. Com a ajuda do amigo Rodrigo Mello Franco de Andrade, ele consegue um emprego na secretaria de Educação de Minas Gerais, onde dirige a Revista do Ensino, da Imprensa Oficial. Em 1929, o poeta se torna oficial de gabinete do órgão e deixa o seu trabalho no Diário de Minas, passando a escrever para o jornal Minas Gerais, onde assina crônicas com os pseudônimos Antonio Crispim e Barba-Azul. 

Um ano depois, o escritor publica seu primeiro livro, Alguma Poesia, que trata de temas como o sentimento de desajuste do indivíduo no mundo. “Meus olhos espiam / espiam espiam / soldados que marcham / moças bonitas / soldados barbudos / …para namorar, / para brigar. / Só eu não brigo. / Só eu não namoro”, diz no poema Moça e Soldado. O livro é muito bem recebido, com críticas de diversos jornais brasileiros, segundo relata José Maria Cançado em Os Sapatos de Orfeu: A Biografia de Drummond.

Então secretário de Interior e Justiça de Minas, Gustavo Capanema, velho amigo de Drummond, convida o escritor a integrar seu gabinete, em 1931. O poeta aceita, sem nunca deixar de escrever. Seu segundo livro, Brejo das Almas, sai três anos depois, quase junto com um novo convite de Capanema, que é agora ministro da Educação e Saúde e oferece a Drummond a chefia de gabinete no seu ministério.