quinta-feira, 23 de novembro de 2017

CORRENTE DO BEM ENVIA COISAS QUE NADA TEM A VER COM O BEM!

Carlos Roberto Ribeiro Silva compartilhou a publicação de Corrente do Bem Pelo Brasil. Repassada no Blog Comunicando para Refletir.
Como comparar com cidadão que foi pobre, metalúrgico, com um palavreado que o povo gosta(ou gostou), finge ajudar o pobre... e toma até as calças do pobre e o deixa mais pobre. Serviu dos pobres para acumular uma fortuna milionária. Que pecado achar que ele é do bem!

Ele está sendo condenado por inúmeras ações que ele fez, politicamente, erradas!

JÔ SOARES , DISSE: “O Brasil não perdeu a graça”



O Livro do Jô foi feito a partir de 104 encontros com o jornalista Matinas Suzuki Jr. O que mais o emocionou nessas conversas sobre sua vida? Falar do Rafa (Rafael Soares, filho de Jô, morto em 2014). Diziam que eu escondia meu filho. Mentira! As pessoas não entendem que falar de um filho autista é difícil. Eu saía muito com o Rafinha. Ele amava música, era um pianista extraordinário. Ele olhava para você e dizia: “Sua música é tal”, de acordo com seu estado. É uma coisa sobrenatural, meio mágica.

Os personagens cômicos que o senhor fazia, algum seria rejeitado hoje?Praticamente todos. A patrulha está um inferno. Qualquer um deles poderia ser patrulhado, porque a patrulha não vê nada. A patrulha é burra, sempre. Mas talvez os mais problemáticos fossem o Pai da Bicha e o Capitão Gay. Se bem que eu sempre fui contra qualquer forma de preconceito. Sou um anarquista.

É mais difícil fazer humor hoje, então? Tenho 58 anos de profissão, com carteira assinada, e nunca vi uma coisa tão raivosa e medíocre de certas pessoas. Você viu o o ódio que as pessoas colocam nos comentários sobre o João Gilberto? E com a Fernanda Montenegro? Ou sobre a Daniela Thomas? Disseram: “ah, mas ela é ligada a toda-poderosa Globo” ou “Claro, uma pessoa que fez o show de abertura das Olimpíadas”. Ah, pera lá, ligar a Daniela Thomas ao Nuzman (Carlos Arthur Nuzman, do Comitê Olímpico Brasileiro)? Mas há de se fazer humor mesmo assim. A grande arma do humor é a anarquia. Falo para os humoristas: façam, mesmo sob risco de serem apedrejados.


(Lailson Santos/VEJA)

O Brasil ainda tem graça? Tem. O humor, para mim, é uma visão de mundo. Perguntei tempos atrás ao cardeal de São Paulo, dom Odilo Scherer: “Padre, pode doar sangue?”. “Claro”, ele respondeu. “E esperma?”. Ele caiu na gargalhada. Tem pessoas que devem ter ficado chocadíssimas de eu fazer uma pergunta dessa para um cardeal. Mas temos de fazer. Gente, é humor. Não há limite. O Brasil não perdeu a graça. Eu só tenho medo que se perca a esperança, porque se você chega num momento em que se discute se vai votar em Lula ou Bolsonaro, quer dizer que não surgiu ninguém? Que ninguém quer? Que a política foi apodrecendo? Sem a política, não há como salvar o país. A esperança é a Lava Jato. Quando se poderia imaginar que um governador como Sérgio Cabral, esse senhor que quando criança andou muito nos meus ombros, pegaria muitos anos de cadeia?

O Brasil ficou mais conservador ou os conservadores, a partir das redes sociais, mostraram suas caras? As duas coisas. O brasileiro é conservador. Sempre foi, mas disfarçava. “Êêê, tem Carnaval, oba”. Oba? Que oba? Como assim? Você vê que a grande música do Ary Barroso começa dizendo que o brasileiro é um “mulato inzoneiro”. As pessoas pensam que é um elogio. Inzoneiro, quer dizer, vagabundo, preguiçoso. Hoje, talvez ele seria preso por botar mulato numa música.


(Lailson Santos/VEJA)

Depois de 28 anos à frente de um programa de entrevistas, no SBT e na Globo, o senhor encerrou essa fase em 2016. Alguma angústia por isso? Não. Estava na hora. Conversei com o (Carlos Henrique) Schroder (diretor-geral da Globo) e disse: “Eu não tenho mais o mesmo prazer que eu tinha”. Ele respondeu: “Quanto tempo você acha que precisa para terminar o programa, para ele não cair de uma forma melancólica?”. Demos dois anos. Terminei e foi um alívio.

Como está sua relação hoje com a Globo? Veio até a minha casa a Vanessa (Pina), que é uma pessoa super encantadora, dos Recursos Humanos. A única coisa que eu não concordo é trocar “recursos humanos” por “capital humano”. Até brinquei com ela: “Ainda bem que não estamos nos tempos dos escravos”, porque “capital humano” nos tempo dos escravos eram os escravos. Mas minha relação com eles é ótima. Sou amigo do Roberto Irineu, quando ele ainda era o Robertinho. A gente jantava toda semana juntos. Então não teria porquê ser diferente. A Vanessa veio aqui, ano passado, e disse: “Vamos fazer o seguinte: vamos fazer uma coisa assim de dois anos você ganhando…”. Eu falei: “Não, não quero mais nada. Chegou”. Mas meus amigos sugeriram de propor um ano de contrato sabático, como as grandes empresas. Claro, ganhando menos, mas fazendo muito menos.

E 2018? Houve um momento em que quis fazer o Meninas do Jô, na GloboNews. Aí, me convenceram que o programa seria mais um sobre política num canal que só fala disso. Fiz televisão por 60 anos. Posso me dar ao luxo de não fazer mais. Em 2018, farei a peça A noite de 16 de Janeiro, de Ayn Rand. E sabe o que aconteceu de mais importante na noite de 16 de janeiro? Eu nasci.

QUEREM ACABAR COM O POVO: PETROBRAS ANUNCIA ALTA NA GASOLINA EM 7%!



Mudança afeta distribuidoras, mas o valor nos postos sobe há quatro semanas e atingiu recorde, segundo a ANP; desde julho, reajustes somam 25,9%
Por Da redação
 Publicado em 23 nov 2017, 09h38



Posto Aster na rua da Consolação em São Paulo (José Luiz da Conceição/AE/VEJA)

A Petrobras anunciou uma alta de 1,9% nos preços da gasolina em suas refinarias para a partir da sexta-feira, após alta de 5,1% nas cotações autorizada na véspera que entrou em vigor nesta quinta-feira, de acordo com informações no site da companhia.

O preço cobrado nas refinarias é aquele pago pelas distribuidoras, e os postos de combustível têm liberdade para decidir se repassam o reajuste aos consumidores. No entanto, o preço médio da gasolina nos postos atingiu recorde no ano na última semana, atingindo 3,966 reais por litro, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Foi a quarta alta semanal consecutiva, e o levantamento considerou os preços praticados em 3.160 estabelecimentos no país.

NAS ÁGUAS DO LAGO IGAPÓ NADA É PROIBIDO...PESSOAS PODEM MORRER AFOGADAS!

O BONITO IGAPÓ PODE REPRESENTAR PERIGO PARA OS BANHISTAS...

 A passarela da barragem fica cheia de gente e jovens se preparando para pular nas águas...
 Aqui as pessoas estão tranquilas e vendo alguns se refrescando nas bicas e nadando...
 Veja que perigo, um se prepara para pular outro se joga num mergulho...
 Ei-lo caindo perigosamente em água, se sofrer algum problema de queda...quem o vai socorrer?
 Muitos nadando e brincando nas águas do igapó...são próprias para banho ou não?
Veja quanta gente na água isto aos domingos virou um balneário de Londrina.

PARECE QUE A GRATIDÃO VEM RAREANDO. ISTO NÃO É BOM!!!

Resultado de imagem para GRATIDÃO É COISA BOA NA EDUCAÇÃO

Lendo a pagela do dia na Folhinha Sagrado Coração de Jesus, deparei-me com artigo de Mário Sergio Cortella, autor de "Pensar bem nos faz bem!", gostei e repasso aos amigos do blog:


"Será que a gratuidade do gesto, da percepção, a capacidade de doar-se vem rareando?
Eu sempre me lembro de uma música caipira, composta por Palmeira e Ted Vieira, chamada "Couro de boi.
Muita gente boa no Brasil a regravou e quem mais vez sucesso com essa música foi  a dupla clássica no gênero, Tonico e Tinoco.
Nesta canção, há uma introdução falada, que traz uma frase , que é do senso comum, mas é proferida  pelos rabinos  na cultura judaica:
" Um pai trata  dez filhos, dez filhos não tratam um pai".
Há uma certa crueldade na ideia, mas ela não é completamente descartável.
Existe , sim , essa situação. Na frase da música , isso é dito de forma mais caipira: um pai trata dez "fio", dez "fio" "num" trata um pai".

Cá pra nós:

Sabemos que os tempos mudaram, e pra melhor, temos famílias unidas, pais que se preocupam com seus filhos e filhos que se preocupam grandemente com seus pais. Hoje temos pais mais amigos dos seus filhos , cuidadosos com a família e cumprem seu papel e merecem respeito e gratidão por tudo que fizeram!

PARE E PENSE: "EDUCAR A MENTE SEM EDUCAR O CORAÇÃO NÃO É EDUCAR!"


De: Raquel Brito Em: A mente é maravilhosa.


O que incentiva a educação do coração é a ideia de que se as crianças aprenderem a lidar com as suas emoções, reduziremos os problemas decorrentes de emoções conflitantes no futuro.
Através da educação emocional desenvolvemos um “eu” saudável, que determina a liberação e a maturidade emocional, e nos traz a sensação de segurança e realização pessoal.
Outra razão para educar o coração é o desenvolvimento mental. A plasticidade neuronal própria da infância nos ajudará a moldar o desenvolvimento cerebral, fundamentando assim o desenvolvimento de circuitos saudáveis.
O mais importante é perceber e trabalhar as emoções no momento em que acontecem, pois assim aprendemos a gerenciá-las corretamente. A aprendizagem é reforçada através da prática, e como as emoções são coisas abstratas, pode ser difícil entendê-las se não tivermos como experimentá-las.
Por exemplo, as crianças que reconhecem as suas emoções negativas como a raiva e a irritação aprendem a enfrentá-las com sucesso. Infelizmente, não sabemos lidar com as emoções dos nossos filhos; se eles se irritam os punimos ou ficamos irritados também.
Essa reação dos adultos induz as crianças a não compartilharem suas emoções. A emoção não desaparece, mas produz um enfraquecimento da confiança entre a criança e seus cuidadores.
A educação emocional é muito importante, mas precisamos tomar cuidado: nem tudo vale a pena e nada se acaba. Assim como nos empenhamos em ensinar adição e subtração, devemos nos empenhar também em educar o coração.
A criança precisa aprender a identificar os sinais que os nossos sentimentos nos transmitem e usá-los como base para tomar decisões adequadas a cada situação que se apresenta.

NUM GRANDE BRASIL A MISÉRIA É GRANDIOSA POR CAUSA DA CORRUPÇÃO!


 Sofre com a seca de Alagoas, apesar de estar a 20 km do Rio São Francisco, e possui uma taxa de mortalidade infantil quase igual à de Angola.
Por Leonardo Sakamoto | Categoria(s): 

                                José Bezerra perdeu seis filhos por causa da seca

História real de pobre que sofre neste Brasil:

Os anos se passaram e ela cismou em ficar do mesmo tamanho. Talvez por causa da água e da comida. Ou da falta de ambos. Certo mesmo é que adoeceu. O pai, desesperado, correu de um lado para o outro e levou-a para se tratar. Diarreia, disenteria, olhar longo, profundo, perdido. Os doutores fizeram o que podiam e mandaram-na de volta para casa. Naquela tarde, rastejou pelo chão da sala, agonizando. Maria avisou ao marido que a criança estava indo embora. Mas sabiam que de nada adiantaria, pois há tempos a fome vinha comendo-a por dentro. Então, José, resignado, foi à cidade fazer a única coisa que estava ao seu alcance: pedir uma caixão emprestado. Quando voltou, a filha já estava morta.
Maria deu à luz sob o olhar insuspeito de uma vaca e um jegue – figurante sempre presente nessas ocasiões há quase dois mil anos. José acompanhava a cena de perto, amparado pelas paredes de barro e um cigarro de palha. A fumaça esbranquiçada fugia pela porta e fundia-se à paisagem queimada de sol. A pele do bebê à lavoura, que morreu ainda no pé por carência d`água. Mal presságio. Ao contrário da outra criança – do outro José com a outra Maria – não recebeu reis, muito menos presentes. Contudo, para ambos o destino deu-se logo a conhecer.
Essa cena se repetiria mais cinco vezes na vida da família Bezerra. Assim como eles, muitos Joses e muitas Marias têm enterrado a fome de seus filhos pelo nordeste brasileiro, castigado com uma das piores secas das últimas décadas. Essa história tem sido uma constante nos últimos anos no município de São José da Tapera, sertão das Alagoas.
No ano passado, a Organização das Nações Unidas divulgou o ranking do Índice de Desenvolvimento Humano, o IDH, de quase cinco mil municípios do país. São José aparece em último lugar, com uma taxa de mortalidade infantil de 147,94 mortes por 1000 nascidos. Para se ter uma idéia do que é isso, Angola, país há quase 25 anos em guerra civil, coberto por nove milhões de minas terrestres e que foi recentemente considerado pela ONU o pior lugar para uma criança viver em todo o mundo, apresenta uma taxa de 170 para mil.
Quem visita o centro urbano de São José da Tapera não imagina que essa é uma das cidades mais pobres do Brasil. Banco, farmácias, mercados, feira livre. Uma bela praça, parque infantil, lanchonete. Porém, lá vivem menos de 20% dos quase 30 mil moradores. O resto está espalhado em aproximadamente 60 povoados, neste que é o segundo maior município do estado. A família Bezerra mora em um desses vilarejos, Furnas. Na verdade, um amontoado de pequenos sítios onde dezenas de casas de taipa e madeira salpicam a paisagem, habitadas por alguns barbeiros e muitas pessoas.
Falta água, falta emprego
O único braço de água que atravessa Furnas e região chama-se Riacho Grande: largo, sinuoso, longo… e seco. Assim como em todo o sertão, um rio temporário que existe quando há chuvas, ou seja, quase nunca. A maioria das comunidades não dispõe de poços artesianos e são obrigadas a cavar cacimbas no leito seco para conseguir alguma coisa. Por azar, devido a depósitos minerais, a água, barrenta, sai salobra da terra.
Até pouco tempo atrás, essa água era utilizada para beber, lavar roupa, fazer comida e alimentar o gado. Problemas de saúde era o que não faltava, principalmente entre as crianças, com o organismo já fraco devido à fome. Em esquema de emergência, o Exército junto às autoridades locais têm levado caminhões-pipa aos locais mais atingidos pela seca. No Estado de Pernambuco, trens partem carregados de água em direção ao interior para tentar suavizar a situação.
A Visão Mundial, entidade internacional de assistência, construiu 35 cisternas na região, reservatórios de alvenaria com capacidade para 10 mil litros. Várias famílias têm então que se virar com essa quantidade por meses a fio até que o próximo carregamento chegue. Teodoro Félix da Costa e sua mulher Maria Rita foram os primeiros a receber a cisterna em sua comunidade. "Eu buscava água salgada até três meses atrás. Criança já chegou a morrer por causa dela". E ele sabe de perto o que é isso, uma vez que perdeu quatro filhos – todos com menos de um ano de idade.

Porém, essa água não é suficiente para a agricultura, quase que de forma exclusiva dedicada à subsistência. O céu ainda é a única fonte de irrigação para essa gente. Em junho, chamado por lá de "mês de São João", choveu um pouco, esverdeando a paisagem. Plantações foram feitas, esperando que a água continuasse. Infelizmente, não continuou e boa parte da colheita ficou comprometida. Os produtos mais cultivados são o feijão e o milho. Cena comum são os milharais que permaneceram baixinhos, espigas nanicas ainda em fase de crescimento. Quem conseguiu tirar algo do roçado, por pouco que seja, está satisfeito. Há famílias que perderam tudo e agora esperam a divina providência ou a ajuda do governo.

NUM FILTRO DE BARRO SUA FAMÍLIA PODE TOMAR UMA ÁGUA PURA! COISA BOA DO PASSADO!!!









Sempre tomei água mineral. Comprava galões de água. A água torneiral , cheia de cloro
me provocava gastrite. Depois de pesquisar cheguei a conclusão que a água armazenada
no filtro de barro, tira o cloro, purifica a água e ela só me faz bem. Hoje tenho um filtro
e bebo água saudável todos os dias.


 Filtro de barro é bem eficiente para purificar água

As pesquisas compiladas no livro “The Drinking Water Book” (“O Livro da Água Potável”, em livre tradução), de Colin Ingram, apontam que o filtro de barro – aquele que sua avó provavelmente usa ou já usou – é o mais eficiente do mundo. Ele é bom na retenção de cloro, pesticidas, ferro e alumínio, além de também não deixar passar 95% de chumbo e 99% de Criptosporidiose, parasita que causa diarreias e dor de barriga. O trunfo do filtro de barro é o sistema de filtragem por gravidade: a água passa devagar pela vela e pinga em um reservatório. Isso garante que os microorganismos e os sedimentos filtrados não se misturem com a água limpa. Mas lembre-se: nenhum filtro vai limpar a água completamente se ela estiver contaminada.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

MULHER É ATROPELADA PELA NAMORADA DE SEU MARIDO EM SAÍDA DE MOTEL!



SINTAM-SE ABRAÇADOS TODOS OS MÚSICOS QUE NOS ENCANTAM COM SUAS CANÇÕES!



DIA DO MÚSICO – 22 DE NOVEMBRO

Dia do Músico é HOJE: 22 de novembro em todo o Brasil, como uma forma de homenagear o trabalho que estes profissionais e amadores, estão realizando.
O Dia do Músico é celebrado no Dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos. Santa Cecília nasceu em Roma em meados do século III. Diz à lenda que, na noite de núpcias, Cecília recusou-se a consumar o casamento e cantou para o esposo. O canto de Cecília convenceu Valeriano a manter sua castidade e se converter ao catolicismo.
As Associações de Músicos de todo Brasil organizaram eventos em comemoração ao Dia do Músico, como uma forma de difundir o trabalho artístico da classe.

dia do musico
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