Nassim Taleb não era um outsider quando publicou O Cisne Negro, em abril de 2007.
Era ex-trader de opções, professor, e já havia publicado Fooled by Randomness em 2001. Mas o argumento central do novo livro era incômodo o suficiente para ser difícil de vender.
A tese: eventos raros e imprevisíveis não são anomalias da história — são os próprios motores da história. A ascensão da internet, a Primeira Guerra Mundial, o 11 de setembro. Tudo isso foi um Cisne Negro. Tudo o que moldou o mundo foi, em retrospecto, imprevisível. E os modelos que usamos, a curva em sino, as previsões de risco — são construídos sobre a ficção de que o futuro se parece com o passado.
O livro ficou 36 semanas na lista de bestsellers do New York Times. Foi traduzido para 50 idiomas. Vendeu perto de 3 milhões de cópias até 2011. The Sunday Times o descreveu como um dos 12 livros mais influentes desde a Segunda Guerra Mundial.
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