refletirpararefletir
1,8 mil
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1965. Estados Unidos.Nassim Taleb não era um outsider quando publicou O Cisne Negro, em abril de 2007.
Era ex-trader de opções, professor, e já havia publicado Fooled by Randomness em 2001. Mas o argumento central do novo livro era incômodo o suficiente para ser difícil de vender.
A tese: eventos raros e imprevisíveis não são anomalias da história — são os próprios motores da história. A ascensão da internet, a Primeira Guerra Mundial, o 11 de setembro. Tudo isso foi um Cisne Negro. Tudo o que moldou o mundo foi, em retrospecto, imprevisível. E os modelos que usamos, a curva em sino, as previsões de risco — são construídos sobre a ficção de que o futuro se parece com o passado.
O livro ficou 36 semanas na lista de bestsellers do New York Times. Foi traduzido para 50 idiomas. Vendeu perto de 3 milhões de cópias até 2011. The Sunday Times o descreveu como um dos 12 livros mais influentes desde a Segunda Guerra Mundial.
J. Paul Getty era oficialmente o homem mais rico do planeta.
Bilhões em petróleo.
Império global.
Poder absoluto.
E então ele escreveu um livro: How to Be Rich. (Como ser rico)
Todo mundo esperava segredos financeiros complexos.
Estratégias mirabolantes.
Fórmulas exclusivas.
Getty entregou algo muito mais desconfortável.
A primeira lição?
Ficar rico é um estado mental antes de ser um número na conta.
Segundo ele, a maioria das pessoas nunca enriquecerá não por falta de dinheiro — mas por falta de disciplina, paciência e visão de longo prazo.
No livro, Getty destrói alguns mitos populares:
• Sorte não cria riqueza sustentável
• Salário alto não significa independência
• Ostentação é sinal de fragilidade financeira
• Gastar para parecer rico é o atalho para ficar pobre
Para Getty, riqueza vinha de três pilares simples:
1. Controle absoluto de custos
2. Reinvestir sempre
3. Pensar em décadas, não em meses
Ele defendia algo quase ofensivo hoje:
Quem quer ficar rico precisa aceitar desconforto agora para comprar liberdade depois.
Enquanto a maioria busca status, os verdadeiramente ricos buscam controle.
Controle do tempo.
Controle das decisões.
Controle de quando entrar e quando sair.
Getty também alertava:
“O dinheiro não tolera impaciência.”
Quem troca ganhos consistentes por prazeres imediatos paga juros invisíveis pelo resto da vida.
A lição do livro não é sobre petróleo.
É sobre caráter financeiro.
Riqueza não vem de parecer bem-sucedido.
Vem de construir algo que continua de pé quando o barulho acaba.
Poucos aguentam esse jogo.
Por isso poucos chegam lá.
No @update.diario analisamos as melhores histórias de negócios todos os dias. Acompanhe e não perca a próxima
Era ex-trader de opções, professor, e já havia publicado Fooled by Randomness em 2001. Mas o argumento central do novo livro era incômodo o suficiente para ser difícil de vender.
A tese: eventos raros e imprevisíveis não são anomalias da história — são os próprios motores da história. A ascensão da internet, a Primeira Guerra Mundial, o 11 de setembro. Tudo isso foi um Cisne Negro. Tudo o que moldou o mundo foi, em retrospecto, imprevisível. E os modelos que usamos, a curva em sino, as previsões de risco — são construídos sobre a ficção de que o futuro se parece com o passado.
O livro ficou 36 semanas na lista de bestsellers do New York Times. Foi traduzido para 50 idiomas. Vendeu perto de 3 milhões de cópias até 2011. The Sunday Times o descreveu como um dos 12 livros mais influentes desde a Segunda Guerra Mundial.
J. Paul Getty era oficialmente o homem mais rico do planeta.
Bilhões em petróleo.
Império global.
Poder absoluto.
E então ele escreveu um livro: How to Be Rich. (Como ser rico)
Todo mundo esperava segredos financeiros complexos.
Estratégias mirabolantes.
Fórmulas exclusivas.
Getty entregou algo muito mais desconfortável.
A primeira lição?
Ficar rico é um estado mental antes de ser um número na conta.
Segundo ele, a maioria das pessoas nunca enriquecerá não por falta de dinheiro — mas por falta de disciplina, paciência e visão de longo prazo.
No livro, Getty destrói alguns mitos populares:
• Sorte não cria riqueza sustentável
• Salário alto não significa independência
• Ostentação é sinal de fragilidade financeira
• Gastar para parecer rico é o atalho para ficar pobre
Para Getty, riqueza vinha de três pilares simples:
1. Controle absoluto de custos
2. Reinvestir sempre
3. Pensar em décadas, não em meses
Ele defendia algo quase ofensivo hoje:
Quem quer ficar rico precisa aceitar desconforto agora para comprar liberdade depois.
Enquanto a maioria busca status, os verdadeiramente ricos buscam controle.
Controle do tempo.
Controle das decisões.
Controle de quando entrar e quando sair.
Getty também alertava:
“O dinheiro não tolera impaciência.”
Quem troca ganhos consistentes por prazeres imediatos paga juros invisíveis pelo resto da vida.
A lição do livro não é sobre petróleo.
É sobre caráter financeiro.
Riqueza não vem de parecer bem-sucedido.
Vem de construir algo que continua de pé quando o barulho acaba.
Poucos aguentam esse jogo.
Por isso poucos chegam lá.
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