"Dentro do avião me distraio lendo,
comendo uns lanches...e não me
ligo no medo das alturas!"
E maravilhoso se sentir sobre as nuvens e voando em longas distâncias. Porém um pouquinho de medo fica... e a gente disfarça.
A maioria dos usuários de linhas aéreas sente um pouquinho
de medo. Embora haja pessoas com pânico de voar de avião mas
não assume. Alguns fingem que está tudo ótimo antes de entrar no avião...até
que vem uma pequena turbulência e a pessoa já acha que
vai bater as botas.
Confira abaixo o relato verdadeiro da humorista Anne Roumanoff e dê algumas boas risadas.
Editado por: Thaís Garcez
Confira abaixo o relato verdadeiro da humorista Anne Roumanoff e
dê algumas boas risadas.
Sempre fico calma em aviões, extremamente calma.
Sempre faço uma oração silenciosa
antes da decolagem. “Senhor, proteja este avião e todos os seus
passageiros. Que não haja ninguém do Estado Islâmico a bordo,
que o copiloto não fique deprimido e que o comandante
não saia da cabine para ir ao banheiro. Se houver um problema e
se alguém sobreviver, só queria avisar ao Senhor que eu e
minha família estamos nas poltronas 12A, 12B e 12C.
Obrigada desde já.”
Em altitude elevada, engulo tudo o que põem na minha frente.
O controle de calorias some pela janela. Afinal, se aquela for minha
última refeição, quero aproveitar ao máximo.
É por isso que devoro avidamente uma bandeja morna de frango
com gosto de peixe.
Assim que há um sacolejo, vasculho o rosto da aeromoça atrás de
sinais de pânico, depois olho pela escotilha para ver se a asa não está
em chamas.
– Caramba, turbulência sacode mesmo – diz minha filha de 6 anos. –
Não está com medo, mamãe?
Respondo com confiança:
– É claro que não, querida. O avião é o meio de transporte mais seguro
do mundo. Mamãe
está calmíssima.
Quando o avião pousa, minha filha se entusiasma:
– Oba! Pousamos!
– Está vendo? É o meio de transporte mais seguro do mundo.
Assim, a partir de agora,
quando estivermos voando, faça o favor de ficar tão calma
quanto a mamãe.
– Mas, mãe, se estava tão calma, por que você comeu minha comida
e fez oito orações?
Por Anne Roumanoff
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